quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Saudade

Assim como não se deve misturar bebidas, misturar pessoas também pode dar ressaca. Frase de minha musa Martha Medeiros em um dos seus livros que “devorei” em 24h semana passada. Fiquei com ela martelando na minha cabeça durante dias e percebi que preciso urgentemente descansar para poder me recompor, reorganizar o caos aqui de dentro, colocar para dormir minhas angústias e as dúvidas que me atormentam nos últimos dias.


Talvez tenha feito parte de uma “mistura de pessoas” na cabeça de alguém que parece estar até hoje de ressaca. O mesmo alguém que mudou minha vida inteira da noite pro dia (bem assim canta Exaltasamba na belíssima “Ta Vendo Aquela Lua”).

Difícil lidar com sentimentos. Fossem eles simples equações matemáticas e tudo ficaria bem mais fácil:
eu + você = felicidade.
Mas as coisas não são tão simples.

O que fazer com a saudade que dói? A saudade que aperta o peito, que não se sabe como deter, como desviar o pensamento na ânsia por noticias?
Saudade de alguém que surgiu do nada e que não tem a menor idéia da bagunça que causou sua passagem tão rápida e tão intensa.

Saudade de não saber mais nada a seu respeito, não ouvir mais sua voz, não sentir mais seu perfume.

O que fazer com os dias que parecem se arrastar de tão compridos e as noites que me embriagam os olhos?

Como arranjar compromissos para fingir que está tudo bem e que a vida continua igual?

Como esquecer num piscar de olhos toda a paz que se instalava aqui comigo quando nos víamos?

Como esquecer tuas manhas querendo atenção e mimos, como conter as lágrimas numa musica que me lembram seu sorriso?

Como não sentir saudade de ir dormir tarde e exausta de sono, mas com a leveza de quem esteve com anjos, no encanto permanente dos seus lindos olhos? Olhos estes que não esqueço nunca mais.

Tento compreender em voz alta esta tristeza que me impede de reagir, que me entorpece e me anestesia a alma, que me imobiliza diante do espelho, mas meu coração está tão destemperado emocionalmente que não aceita seu sumiço, não entende essa distancia que ficou.

Lembro uma entrevista do Fabrício Carpinejar dizendo que “as pessoas se distanciam para não se exporem. Mas se você quer viver de verdade não há como não se expor. Senão você estará sendo muito egoísta. É querer receber e não dar nada”.

Tudo bem, as lágrimas cessam um dia e essa dor irá embora também.

Então carrego tudo isso pro escuro do quarto e tento dormir.

Quem dera pudesse dormir até tudo isso passar.


"...Chove quando você some. Chove amor quando se esconde.
Chove só de te querer.Chove, chove em mim você..."
(Chove, chove - Jorge e Mateus)

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Carta de Despedida

Abaixo transcrevo na íntegra o e-mail que enviei a Amigos e Colegas de trabalho na noite de hoje.



“ESTAR VIVO É APRENDER COM O QUE FICOU PARA TRÁS E PLANEJAR O QUE VIRÁ. É TER SAUDADES E SONHOS”.

Amados, Amigos e Colegas...


Não é por indiferença ao carinho e respeito de vocês que optei por este e-mail, mas por mim mesma, para me resguardar, pois sou movida a sentimentos e todo e qualquer processo de despedida, para mim é muito doloroso e difícil.

Sempre me considerei melhor na escrita por este motivo, uma vez que as palavras ditas nos traem quando a voz embarga, não é mesmo? E aí aquele “nó” que fica na garganta nos fragiliza de tal maneira que as lágrimas tornam-se inevitáveis.

A grande vantagem de escrever o que gostaria de se conseguir dizer é que não há testemunhas para aquilo que momentaneamente nos encharca a alma.
Mas, chorar faz bem, não importa o álibi, é sempre a dor do crescimento.

Aos que, nestes pouco mais de sete meses de convivência e que, num raro estalo de sensibilidade puderam captar meus instantes, sabem do que me refiro.
E também aos que desde o inicio conseguiram me enxergar como uma “colega” e não (erroneamente) como uma “concorrente”, podem ter esta clara percepção e entendimento.
Aos que não se enquadram em nenhum dos dois casos acima, peço desculpas se não consegui corresponder às suas expectativas, talvez eu seja “bem mais que seus olhos puderam ver” e só posso lamentar já que até mesmo numa simples convivência é preciso haver troca, é uma via de mão dupla e tenho certeza de que de minha parte não faltou empenho.

Jamais tive a pretensão de agradar a todos afinal, até os mais céticos sabem que nem Jesus Cristo conseguiu tal feito, mas, na medida do possível, procurei me aproximar de cada um e acho que ao final das contas, consegui me dar bem com todos e conquistar grandes amigos, tando do DP quanto dos demais setores.
Levarei um pouco de cada um comigo, tenham certeza!

"Todas as pessoas que eu conheço cabem bem juntinhas na palma da mão. Pra você guardei um universo. Quando falta espaço eu faço verso e durmo na canção"
(Romance - Nei Lisboa)

Precisei ser extremamente racional para não voltar atrás e, confesso que, para um canceriano legítimo não dar uma olhadinha no passado é uma tarefa um tanto árdua e que, provavelmente me machucará mais tarde, quando de fato “cair a ficha” e a “pancada” for absorvida. Mas foi preciso. A vida é feita de escolhas.

Hoje me despeço de vocês, agradecendo imensamente aos que sempre me deram força e brindaram meus dias com sua alegria e carinho. Vou muito feliz sabendo que conheci pessoas maravilhosas que ficarão eternizadas no meu coração.

Se fosse apenas pelo ambiente de trabalho e as pessoas que ali estão, não hesitaria em recusar qualquer tipo de proposta, mas, infelizmente, todos vocês sabem que somente isto não resolve financeiramente nossa vida e tão pouco nos proporciona qualquer perspectiva de crescimento profissional.

É preciso “Mais”. É preciso mudança.

E sabemos que para que as coisas possam mudar há um longo e difícil caminho a ser percorrido e, infelizmente também, nem todo ser humano é suscetível às mudanças. Há um imenso abismo separando o ótimo ambiente de trabalho com o merecido reconhecimento dos profissionais que ali estão.

Enfim, C’est la vie! E a vida é a única coisa que a gente tem.

Por fim, deixo um trecho do Livro “Cartas Extraviadas e Outros Poemas” de  Martha Medeiros:

“Mas peço: lembre de mim como alguém que alcançou a mesma medida do seu sentimento, a mesma profundidade das suas dúvidas, o mesmo embaraço diante da novidade, o mesmo cansaço da luta, a mesma saudade”.



terça-feira, 8 de junho de 2010

Zé Povinho & Cia.

De vez em quando sinto a necessidade de ficar um pouco invisível e inalcançável aos olhos dos outros. É quando escrevo. Escrevo para aliviar a mente e o coração e geralmente relembrando fatos, situações do cotidiano, de algo que vivenciei, gostei ou simplesmente me decepcionei profundamente.
Como canta Ana Carolina em sua belíssima Pra rua me levar - "...momentos que são meus e que não abro mão".

Momentos estes em que uma certa ventania lá fora começa a me perturbar por dentro também. A rotina da gente compromete muito um julgamento perfeito das coisas, por vezes nossos olhos se embaçam e precisamos usar os olhos dos outros para poder valorizar o que é nosso. E geralmente crescemos com tudo isso. Reorganizamos o caos do nosso coração simplesmente escrevendo, colocando para fora tudo o que nos sufoca e que por vezes nos entristece por dentro. Faz parte do aprendizado.

As palavras nos salvam, nos libertam, nos aliviam a alma mas também nos deixam vulneráveis.

Desde março deste ano convivo diariamente com muitas pessoas. Diferentes personalidades misturadas num mesmo ambiente. Algumas geniais desde o primeiro olhar, outras nem tanto, dotadas de uma boa dose de individualidade, um preconceito absurdo na mente e muito mais preocupadas com a vida alheia do que com qualquer outra coisa, outras enxergando apenas seu próprio umbigo. Eis o "zé povinho" dando o ar da sua graça em Canoas também.

Mas aprendi a lidar com isso e não é de hoje, faz muito tempo. Dentro de um ambiente repleto de temperamentos diversos, nada mais natural do que haver um contínuo frescobol de palavras, uma grande diversidade de pensamentos e opiniões. Mas me acostumei a enfrentar um dia de cada vez. Mesmo diante das dificuldades sorrir.

Com o tempo tive de aprender a ser mais seletiva com as pessoas. Converso, brinco com muitos mas raros são os que permito compartilhar de minha vida por completo. As pessoas te julgam apenas olhando o teu rosto e, sem trocar uma única palavra presumem que já sabem tudo ao teu respeito. Por isso me resguardo e, como bom canceriano, me protejo e me defendo do "zé povinho" da vida.

Dedico meu carinho e amizade aos que merecem.

Tudo o que a gente diz numa mesa de bar acaba ganhando status de depoimento e, dependendo de quem estiver por perto, um dia tudo o que for dito, poderá se voltar contra nós. É por estas e outras que cuido tudo o que falo, não conto detalhes, tão pouco satisfaço a curiosidade alheia. Não por medo ou por ter algum segredo proibido mas por saber que a imaginação dos outros já é difamatória que chegue.

Christiane Torloni (minha eterna ídola) certa vez comentou em uma entrevista que as pessoas na verdade não se chocam com o que elas vêem e sim com o que elas imaginam ver. E é bem por aí.

Por isso algumas verdades a gente até deixa sair, outras a gente aprisiona. 
É claro que às vezes temos de ter a sensibilidade para perceber que para algumas pessoas é preciso dar pistas sobre nós mesmos para que tenham a oportunidade de nos observar, nos conhecer melhor pois não há como esperar que eles leiam nossos pensamentos. A vida não vem com instruções sobre o modo de usar, é preciso saber viver, ou como cantam os Titãs "saber viver" e saber viver a nossa vida e não a dos outros.

domingo, 18 de abril de 2010

Ciclos

Na vida estamos sempre em constante mudança. Abrindo e fechando ciclos. Sejam eles no âmbito profissional ou afetivo.

Vamos crescendo, amadurecendo e aprendendo com nossos erros.

Em cada término de relação há aprendizados que levamos para o futuro. Às vezes conseguimos também levar conosco o carinho e amizade já que passamos tanto tempo com uma pessoa, mas nem sempre isto é possível. Toda relação é feita a dois e quando uma das duas partes desiste de tudo fica realmente difícil.

Desde março deste ano estou mais tranqüila no que diz respeito a assuntos do coração. Nada como o tempo. Não que ele cure alguma coisa, mas, certamente ele nos faz mudar de foco. Nos faz tirar aquilo que machuca do centro das atenções.

Acredito que minhas feridas aos poucos estão cicatrizando e muito em breve estarei pronta para uma nova paixão.

De outubro passado pra cá ainda mantinha esperança da gente se entender novamente. Entretanto com o passar do tempo passei a ver coisas que me perturbavam ate então com outros olhos. Digamos que com olhos um pouco menos apaixonados, mais racionais.

Confesso que muita coisa me surpreendeu, outras me decepcionaram profundamente, mas superei. Passei por momentos difíceis, precisei muito da minha “concha”, típico esconderijo de um canceriano nato, e me fechei para olhar pra dentro. Para juntar forças e me levantar novamente. “Só os fortes sobrevivem” já dizia uma amiga de longa data a quem eu sempre respondia “naquele estadinho, mas sobrevivem”. Pura verdade. Eu sobrevivi.

Hoje me sinto sã, curada.

Aprendi muita coisa de outubro pra cá, mudei muito também. Mas, não endureci meu coração. Talvez esse seja um dos motivos de levar mais tempo para aceitar certas coisas, entender realmente. Hoje, por tudo que passei, por tudo que fiz para tentar consertar as coisas e a gente voltar, sei que não tem mais volta. Pra mim não tem mais volta. Por tudo que descobri, por nossa sintonia ter se perdido no tempo, por suas mudanças de comportamento, suas atitudes e falta de respeito não só comigo, mas com a gente, aprendi a duras penas, mas aprendi que não há como apagar tudo isso e recomeçar do zero.

Amanhã ou depois talvez você se dê conta de tudo o que jogou fora sem olhar para trás. Talvez se arrependa de ter contribuido imensamente para que nossa amizade partisse junto com teu amor, o que foi uma pena mas enfim, não posso pensar e agir por ti. Cada um sabe o que quer da vida e tem de assumir sua parcela de culpa e se responsabilizar por suas atitudes.

Tentei até onde pude. Hoje estou fechando mais um ciclo.

“com os pés enterrados na lama busquei claridade na escuridão. Fiz o meu coração em pedaços, colei os meus cacos e me sinto são”.

(Antonio Villeroy - Da Laia do Lama)

Carta à amiga

Minha grande amiga,

sofri muito com essa dor que hoje permanece em teu peito.
Por diversas vezes meus olhos derramaram grossas lagrimas com lembranças de todos os acontecimentos que desabaram sobre tua cabeça nestes últimos tempos. Nessas horas a gente percebe que nossos problemas são infinitamente pequenos diante do turbilhão de coisas a nossa volta, diante da imensidão de sofrimento que hoje te machucam. Me senti minúscula, impotente.

Queria poder te dar um colo, te abraçar, chorar contigo, mas entendo e respeito este teu momento de reclusão, este teu momento de calar-se, de ficar apenas com tua família.

Sei que não está sendo nada fácil para todos, assim como sei que esta dor, infelizmente, te acompanhará para o resto da vida. Houve hora e data das perdas e elas te farão sempre carregar esta tristeza para onde for. Com o tempo diminuirão as angústias e tudo virará uma saudade imensa, mas não passará, ficará sempre na lembrança.

Uma triste lembrança, mas também aquela que te fortalecerá daqui a algum tempo, que te fará poder ver com outros olhos o que hoje deixa a mim e a todos que te cercam a sensação de uma imensa injustiça, aquele vazio de destruição de um grande sonho de construção de uma família.

Precisei de um tempo para conseguir pensar sobre tudo, digerir tudo o que aconteceu e, confesso que me questionei infinitamente e por dias fiquei com muita raiva pelo acontecido.

Não consigo sentir com exatidão tudo o que passa neste momento em tua vida, por vezes me coloquei no teu lugar e desmoronei, apenas posso imaginar este momento extremamente difícil, delicado e complicado para todos da tua família.

Queria poder ficar mais perto de ti, mas sei que esse momento é totalmente teu, do teu marido, teus pais e irmãos. E nada do que eu diga hoje diminuirá teu sofrimento.

Tão difícil escrever o que to sentindo sobre tudo isso.

Tão difícil encontrar palavras para te confortar e que ao mesmo tempo não te machuquem ainda mais.

Hoje mais do que nunca queria que o tempo passasse num piscar de olhos para que tudo o que te faz chorar suma da noite para o dia. Bom seria se tudo o que nos machuca pudesse desaparecer sempre que acordássemos. Mas infelizmente não dá.

Só posso deixar meu imenso carinho para ti e toda tua família e o desejo de que tudo isso passe o mais breve possível. E que não esqueça que estou aqui para te ajudar, quando quiser e a qualquer hora. Fique bem!

Grande beijo,

Com carinho...

Nádia

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Vá, meu amor!

Vá meu amor, vá.
Vá redescobrir teu mundo, conhecer novas pessoas, abrir teu coração para novos amores
Vá sem medo, sem pressa
Estarei aqui sentindo o vento me acariciar o rosto
E cicatrizando as feridas da minha alma

Vá meu amor, vá.
Não posso te prender, tão pouco influenciar nas tuas escolhas
Mas posso te ouvir, rir contigo das tuas aventuras e teus impulsos por vezes infantis
E quando meus olhos estiverem embaçados e o peito já não agüentar mais,
No escuro e em segredo chorarei baixinho mais tarde

Vá meu amor, vá.
Vá cultivar outros jardins, plantar outras rosas e voltar a ser feliz
Vá sem receio, sem vergonha
Estarei perto em pensamento e ainda assim, te protegendo em silêncio
E libertando meu coração da tristeza de te ver partindo

Vá meu amor, vá.
Vá buscar tua felicidade em outros braços, beijar outras bocas e desfrutar do desejo por outros corpos
Vá sem pressão, sem cobranças
Estarei sorrindo de saudades contidas, mas crescendo em liberdade e aprendizado

Vá meu amor, vá.
Vá a encontros, troque mensagens ao telefone e, se quiser me conte tudo quando voltar da noite
Vá sem culpa, mas sem comparar meus beijos, meus carinhos e meu amor com o de ninguém
Estarei te esperando para ouvir tuas aventuras
E talvez o abandono que senti já tenha passado

Vá meu amor, vá.
Vá curtir teu momento de solteirice, brincar de jogos de sedução, fingir que não liga para nada, fazer de conta que nada tem batendo neste peito
Também farei de conta que nada sei de ti
Pense que também não me importo e curta teu estado de graça
De repente meu coração entra em férias

Vá meu amor, vá.
Quero que sejas feliz, ainda que tua felicidade não esteja mais ao meu lado
Tua amizade e cumplicidade me revigoram e me fortalecem
Mas vá sem loucuras, sem retroceder no tempo
E tente não machucar outro coração e nem se machucar também

Vá meu amor, vá.
Mas não demore muito a descobrir o que desejas realmente
Poderá ser muito tarde para arrependimentos e para recuperar o tempo perdido
Talvez me encontre começando a aproveitar a vida, abrindo a guarda para um novo amor
E talvez não esteja mais aqui a te esperar

Olhando para trás

Meu grande amigo e irmão, Gu entrou na brincadeira e adorei!
Descobri que foi um amigo de Lian (amiga do Gu) que propôs e resolvi tentar também... acho que olhei muito para trás (risos).


A Regra é re-lembrar momentos. Que tal? Bora tentar??

1 semana atrás (fevereiro de 2010): Indo para Capão da Canoa desopilar a mente e passar o Carnaval com minha mãe, Bebê, minha afilhada linda e Kaká. Conversas definitivas e proveitosas. Muitos pingos nos “is”. Aniversário de 8 anos do amor da minha vida!

1 mês atrás (janeiro de 2010): Ano Novo e ainda na procura por emprego novo também. Re-organizando o caos do meu coração. Aceitando mais as coisas, tentando ser mais flexível. Reavivando e reatando laços antigos de amizades.

2 meses atrás (dezembro de 2009): Fechamento da Pet. Recomeço profissional. Despedida difícil de um sonho antigo ou como diria minha gêmea, apenas “um sonho adiado”. Pode ser, mas toda despedida é dolorosa. 70 anos do Papi numa linda e emocionante festa no E.C. Campo Branco. Flamengo Campeão Brasileiro e festa Tricolor em Porto Alegre. Aniversário da Dada num reencontro meu com a noite, com pessoas muito especiais e também com a turma do “Zé povinho”. De volta à ativa, aos textos, reativação de blog e sites de relacionamentos.

4 meses atrás (outubro de 2009): Surpresa pelo término de relacionamento. Avalanche de emoções, peito apertado e em frangalhos. Tristeza e vazio imenso no coração. A parte que fica é também a que mais sofre. Solidão, ausência e saudades de muita gente.

11 meses atrás (março de 2009): Surgimento da mais nova integrante da família: Bebê. Uma vira-lata que foi abandonada e por ironia do destino, acabou virando mascote da Pet. Adaptação difícil com os gatos lá de casa. Muita ciumeira... (risos)

1 ano e 5 meses atrás (setembro de 2008): Encontrado local para montagem da Pet. Início de um sonho antigo e muito trabalho também. Muitas expectativas, confiança e determinação. Felicidade plena. Sensação indescritível.

1 ano e 9 meses atrás (maio de 2008): Fim de um ciclo. Despedida do escritório. Mudança profissional após 13 anos e 7 meses. Novos rumos, novos projetos. Fim da pressão. Inicio do descanso. Um misto de felicidade e liberdade!

2 anos e 3 meses atrás (novembro de 2007): Acidente grave na estrada Capão/Santa Terezinha (felizmente apenas danos materiais). Perda Total no carro. Maior valorização da vida, reflexões e questionamentos no lado profissional. Amadurecimento de decisões.

2 anos e 8 meses atrás (junho de 2007): Rompimento definitivo de uma amizade de mais de 10 anos. Decepção profissional e afetiva. Inicio de uma época de pressão e turbulência no trabalho. Excesso de trabalho, pouco descanso, questionamentos infinitos e sensibilidade emocional à flor da pele.

4 anos e 1 mês atrás (janeiro de 2006): Aumento da família. Adoção de Meg Ryan e Brad Pitt. Dois lindos gatinhos de 3 meses de vida para companhia de Tom Cruise. Ciumeira do Thomas (até então filho único). Uns dez dias de adaptação e tudo em paz! Alegria geral!

5 anos e 1 mês atrás (janeiro de 2005): Mudança de rotina. Companheirismo diário e adoção do primeiro filho, Tom Cruise. Gatinho lindo de 3 meses de idade. Paparicos e mimos diversos. Alegria plena no apartamento.

5 anos e 3 meses atrás (novembro de 2004): Numa noite despretensiosa conheci a pessoa que mudaria minha vida. Pela primeira vez sentia o gosto de ser amada. Mimos, carinhos e ponto final na história dos “olhos de Lua”. Descoberta do amor perfeito!

7 anos e 3 meses atrás (novembro de 2002): Em mais uma noite de cantorias em videokê no Trivial, conheci aquela que passaria a ser meu porto seguro, meus pés no chão, minha irmã de alma e coração. Responsável direta por algumas grandes mudanças em minha vida.

8 anos atrás (fevereiro de 2002): Nascimento do meu pequeno tesouro, “a menina dos meus olhos”, amor da minha vida! Aquela que me fez descobrir o significado do “amor incondicional” e a delícia e felicidade da palavra “dinda”.

8 anos e 10 meses atrás (abril de 2001): Surgimento de uma turma muito especial e importante na minha vida. Amigos adoráveis, muitas festas, praia e diversão todos juntos. Descoberta de sentimentos puros e confusos. Uma família unida, a família Trivial.

9 anos e 1 mês atrás (Janeiro de 2001): Formatura na Faculdade. Fim de uma época de muitas descobertas afetivas. Laços de amizades profundos, fim das cantorias e das bebedeiras até 1h da madrugada no bar do Mazza.

13 anos e 11 meses (marco de 1996): Início da era PUCRS. Meia dúzia de grandes e inesquecíveis amigos surgindo.

19 anos e um mês atrás (janeiro de 1991): Melhor presente de aniversário de 15 anos. Viagem a Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro com direito ao Rock in Rio II. Shows inesquecíveis e emocionantes!

Agora é a sua vez!!

Meg Ryan 🐈💓

“Há quem não mencione a palavra amor e fale sobre ele em cada gesto que diz” Falar algo diferente de AMOR INCONDICIONAL pela guriazi...