sábado, 8 de janeiro de 2011

CHUVA

Em tempo...

está explicada toda a chuva de hoje:

inventei de levar o carro para lavar!

he he he

ESTÁ ACABADO


Enfim a novela mexicana Ronaldinho Gaúcho chega ao seu final.

Amém!

Farei apenas um breve comentário sobre toda esta questão que envolveu o meu time do coração (GRÊMIO) e a família ASSIS:
Sábio foi Renato (O CARA!!), que desde sua volta das férias não teceu qualquer comentário a respeito desta PALHAÇADA que virou a negociação de Ronaldo.
Negociação exaustiva (desde setembro de 2010) e que, para nós torcedores e todos dirigentes do Grêmio, encerra-se de forma frustrada.

Entretanto, na minha opinião, é preciso sempre ver o lado bom das coisas e, por isso, AFIRMO: Ronaldinho Gaúcho(??) não vir para o Grêmio foi o melhor para o clube.
Digo isso pelo simples fato de que Ronaldinho não merece o Grêmio. Ele teria a chance de resgatar sua imagem junto à torcida quando há 10 anos dava a primeira mostra do verdadeiro caráter da família ASSIS.
Mas não o fez. Ronaldo preferiu ficar mudo. Com talento mas sem personalidade, sem voz própria, sem caráter e submisso às vontades de seu irmão.
Novamente outros INTERE$$ES falaram mais alto.
E assim, novamente veio à tona o verdadeiro caráter da família ASSIS.

Odone (presidente do Grêmio), em entrevista coletiva poucas horas atrás reiterou que o amor estava à frente de tudo. E disse que gosta das coisas "limpas e abertas" e que “O Grêmio não queria trazer um jogador do mercado, porque não tem dinheiro para isso. Eu queria ver no olho dele o amor e a vontade de jogar pelo Grêmio”. E ele tem toda razão.

Então, chega de falar desta família de mercenários.
O Grêmio é realista e digno de seu tamanho ao se retirar do leilão. Ninguém – absolutamente nenhum torcedor no Brasil – merece tamanha COMÉDIA de mal gosto.
O Grêmio é muito superior a tudo isso e Ronaldinho (o mudo) é um diminutivo apenas e sua atitude (ou não atitude) menor ainda.

Agora, Ronaldinho é só um nome, um adversário.
Beijos a quem merece!

Carta Extraviada 4


Sou mais um desses boçais que escreve tudo aquilo que deveria ser falado, e você é mais uma vítima que jamais vai ter atendido o seu desejo: saber.

Mesmo consciente da sua boa vontade de me ouvir e entender, lhe escrevo, não posso ir além, não peça para remeter-me, esta carta não é para chegar, é uma carta de ficar.

Para mim e para você, escrevo que, daqui de onde me encontro, você está longe e perto, e eu estou sozinho e não.


Do que sinto, aviso que é forte mas não é perigoso, é como um grande lago sereno, eu sou o píer, quase me precipito, você é todo o resto, toda água, tudo o que há.

Mas somos dois e em vez de par, somos ímpares.
Estou possuído por você e ao mesmo tempo permaneço impermeável, amo a seco, e rendido.

Você não me acharia covarde, você não acharia nada: você não me conhece.
Sou um vulto, um alguém, você foi gentil comigo como é com os garçons e os primos, com os pedestres e com os turistas, você foi o que sempre foi, e eu não fui com você: no terceiro minuto ao seu lado eu já sabia que era irremediável, e em vez de segurar sua mão e reverter-lhe a pressa, deixei que você fosse, eu fiquei.

Os dias, os gestos, rituais cotidianos, surpresas, tudo corre, tudo passa por mim, menos o susto deste amor que entranhou-se feito limo, umidade em peito árido, me sinto tomado, absorvido, e não encontro método ou coragem para dizer: você que é o motivo e dona desta represa, fique comigo, pois é só o que eu sei fazer, ficar.

Mas você é ligeira, em movimento constante, você não senta, não repara, quer vida demais, sedenta, me fisgou muito rápido, e eu sou lento, estudado, incapaz de um repente, apaixonado por uma mulher impaciente, que suplica com o olhar e não espera, você se foi, em frente, quando deveria ter ficado.

Você não me conhece, não houve tempo.
Seu olhar me autorizava o flerte, se eu lhe acompanhasse, rogaria por um beijo, e de mãos dadas o nosso caminho haveria de ser compartilhado.

Mas eu sou mais um desses boçais que não falam, que pensam demais antes do próximo passo, e você é mais uma vítima de um amor não consumado.


(Texto do Livro "Cartas Extraviadas e outros poemas" de minha "musa", Martha Medeiros).

Acho muito interessante este texto e resolvi compartilhar enquanto reorganizo minhas idéias...
Cada um deixa as pistas que pode, não é mesmo?

Vários deles beijos! ;)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Você


Estou vivendo uma fase tão boa que se melhorar “estraga” (risos)
Estou muito feliz com os últimos acontecimentos e, por esta razão, defino esta etapa da minha vida como sendo de um “encantamento puro”. Sei exatamente onde estou pisando e está tudo bem, sem criar expectativas, apenas vivendo o momento.

Não sei se meus sonhos se realizarão, não sei se meus desejos acontecerão de fato, acredito que não, mas tenho esperança de estar enganada. Porque a gente na verdade nunca sabe, mas se arrisca mesmo assim. Certeza é pra gente que não ama o suficiente, sei lá, não me importo com isso. Estou muito feliz e isto basta. Não sei quanto tempo vai durar este meu momento, mas não estou preocupada com isso.

Li há alguns anos atrás o livro Eu@teamo.com.br de Letícia Wierzchowski e Marcelo Pires que trata sobre o inicio do romance dos dois autores. Ele ao ler um livro dela (por indicação de minha musa, Martha Medeiros), gostou e descobriu seu e-mail. A partir daí trocaram mensagens, se apaixonaram e estão casadíssimos.

Isto nada tem a ver com o meu momento iluminado, mas, em partes lembra um pouco de como estamos nos conhecendo atualmente.

Jorge Vercilo em sua belíssima “Monalisa” dá a idéia do que aconteceu há alguns meses atrás: “... e a vida tão generosa comigo veio de amigo a amigo me apresentar a você...”.
Mas, como também já comentei em outro post, havia outro alguém com você.
Lembro que por um amigo em comum nos conhecemos pessoalmente. Posteriormente começamos a nos comunicar. Não sei exatamente como tudo começou, quem começou teclando com quem ou enviando o primeiro e-mail, imagino que tenha sido eu, afinal eu quem fui atrás, então, nada mais natural.
O fato é que hoje seus e-mails viraram a MELHOR parte do meu computador – sem falar dos MEUS DIAS.

A gente não se encontra pessoalmente faz um bom tempo, mas, por e-mail nos falamos toda semana e isto é tão bom. Às vezes espero ansiosa o seu e-mail de “bom dia” e quando ele vem, parece que vejo você diante de mim, a maneira como escreve parece tão real que imagino você à minha frente falando e gesticulando muito. Sei lá fico viajando nas coisas que você gosta, nas suas preferências musicais, o que gosta de ler, no que faz todos os dias quando chega em casa do trabalho. Me sinto tão próxima que tenho a impressão de que já nos conhecemos há tanto tempo. Mas, confesso que temo pelo nosso reencontro depois de nos comunicarmos tanto apenas por e-mails e MSN.

Não sei como seriam “nossas” reações. Você imagino que seria igual às outras vezes em que nos vimos. Admito que eu talvez fique sem reação, apenas te admirando de longe, observando seu primeiro olhar, seu primeiro sorriso após esta fase de e-mails. E eu louca de vontade de ter na boca a doçura do teu beijo.

Também não imagino como serão as coisas depois que você ler este post. Talvez não existam mais e-mails (o que eu duvido) ou talvez simplesmente não toquemos mais no assunto.
Nunca subestimei tua inteligência, tão pouco cogitei a hipótese de você sequer imaginar ser a pessoa dos meus “sonhos”, mas chega uma hora em que é preciso ser mais objetiva, não é mesmo? Vejo tanto interesse de sua parte em querer desvendar meus “sonhos” que agora lhe digo: sim é você, baby! Vários deles lírios pra você!

Enquanto isso vou enchendo meus sonhos de brilho.

"Eu gosto tanto de você

Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido

Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer

Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer

Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
E eu vou sobreviver...
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber ."


(Lulu Santos - Apenas Mais Uma de Amor)

Ciúmes, todos têm!


Este início de ano passei bastante tempo com meus filhotes e assim, percebi que “todos” sentem ciúmes, mas, cada um com jeitinho especial.
Tom Cruise, o mais velho e lindão da casa, é bravo e o legitimo felino, pois só dá carinho quando realmente está afim. Do contrario, nem se aproxime. Minha pantera amada! A gente brinca de “lutinha” em cima da mesa de sinuca e ele adora. Se sente no comando porque me morde e arranha os braços. Mas aí quando eu o deixo quieto e dou atenção a um dos outros, ele vem sorrateiro e morde minha panturrilha. É o jeito dele se rebelar.

A Meg Ryan é a minha princesinha, meu bebeím gordinho, sempre doce e carinhosa, choraminga o tempo todo querendo atenção, pula do chão até meus ombros à procura de colo e da minha orelha (que desde bebê acha que é mamadeira). Ela sente muito ciúmes da “Bebê” (a cadela), mas se impõe. Chegou antes, ora bolas, nada de outra “fêmea” no seu espaço sem que ela dê consentimento. Se “Bebê” fica muito perto de mim ela vai lá e literalmente passa por cima da cadela e pega o lugar. E a safada reina absoluto então. A Meg é a mais obediente também. Sempre que digo “não” ou “vem” ela prontamente me atende. Já os demais...

O Brad Pitt é o meu “apaixonado”. Tem um encantamento comigo que é cativante. Fica o tempo todo me admirando enamorado. Superou todos os medos que tinha da “Bebê” para poder ficar grudado em mim na hora de dormir. Adora carinho na barriga e tem um miado muito engraçado. Em partes, parece que reclama em vez de miar. Ele é o menos ciumento, mas o mais apaixonado lindo da mãe!

A Bebê é disparada a mais ciumenta. Não consigo brincar com os outros sem prendê-la em algum canto porque quer estar junto. E não tem ciúmes apenas de mim, dos outros também. Se os outros brincam entre eles, já quer ir lá se intrometer e rosnar para eles. Sem falar que se algum deles chega perto dos seus brinquedos, já viu, é uma correria só. Se joga, literalmente à frente para pegar antes deles. Ela até tenta brincar com eles, mas tem um jeito tão afoito e estabanado que acaba os assustando com suas correrias. Mas é tão fofa e carinhosa que dá dó deixá-la tanto tempo sozinha.

Eu também sinto ciúmes. Tenho ciúmes da minha afilhada, de meus pais, de meus amigos (e tenho muito!) e até de você. Percebi estes dias vendo algumas fotos em que você tinha deixado comentários. Aí pensei: “lá vão levados os meus sonhos”. E pensar que tudo “recomeçou” num sonho (lindo). E eu aqui outra vez escrevendo você.

Na despedida do Gux lamentei vocês não terem se conhecido. Queria saber quem se encantaria mais: se você com o jeito doce e louco dele ou ele com seu olhar e sorrisos envolventes e seu coração imenso.

Enfim, que em 2011 nos reencontremos de fato (apesar de eu ter certo receio em relação a isto).

Mas, que nada me tire a calma e paciência. Muito menos o sono!

2011


Comecei o ano dormindo muito, sonhando da mesma forma e na companhia dos meus “filhotes”. Passei o primeiro dia do ano inteiro com eles, ouvindo música e relendo alguns livros. Segui a dica de Fabrício Carpinejar: “em vez de tirar o pó da estante, releia bons livros”. Foi o que fiz.
Devorei novamente “Só as mães são felizes” de Lucinha Araújo que fala sobre a vida de Cazuza.

Em minha opinião, um dos maiores poetas da nossa música. “Todo amor que houver nessa vida” é uma verdadeira obra-prima, sem falar que sua mais linda e delicada canção foi criada dentro de um quarto de hospital e ele com 42° de febre apenas observando Beija-flores voando pelos jardins e, na inspiração do grande poeta que sempre foi, surgiu “Codinome Beija-Flor”.

Aproveitei também para reler “Dores, Amores e Assemelhados” da sempre divertidíssima, Claudia Tajes e, assim consegui encontrar entre as personagens um de meus presentes de 2010 que é a agora então minha amiga “Preta”.

Ouvindo minhas músicas preferidas, lembrei que já é preciso começar a me agilizar caso queira assistir a todos ou alguns dos shows que terão em breve por aqui. Dia 27 de fevereiro, Cindy Lauper no Bourbon Country, em março Shakira (ainda a definir se vem a Poa mesmo) e dia 12 de abril, Roxette no Pepsi. Como U2 só vai a RJ e SP, fica mais difícil, né? Enfim parecem distantes ainda, mas sabemos que, todo show bom, vão-se rápido os ingressos. É preciso se organizar para não perder a chance. Então, vamos?

Último dia do Ano


Amanheci com a música “Quase um Segundo” dos Paralamas a cabeça: “eu tive um sonho ruim e acordei chorando por isso eu te liguei”. Tirando o fato de acordar chorando e ter te ligado (que não aconteceu), a outra parte foi verdade: tive um sonho bem ruim, com morte de parente e tal, toda a função de velório, enfim. Não acordei chorando, mas estática, pensando e lembrando as últimas vezes em que havia chorado tanto a perda de alguém. E foram, três apenas: pelo falecimento de minha avó de criação, Sebastiana, de minha Dinda e da Beck (minha gata que o vizinho de Mami envenenou).

Mas em toda função do sonho teve algo curioso. Não entendo nada sobre significados de sonhos, só sei que neste eu chorava muito e aos amigos pedia que avisassem a você, na esperança de que viesse confortar a minha dor com seu carinho.
Eis eu aqui novamente escrevendo você. Até mesmo em um sonho ruim eu queria ter você por perto. Tem uma canção do Pato Fu que eu adoro que diz mais ou menos isso: “Pode ser numa canção, pode ser no coração, eu só quero ter você por perto”.

Então, saindo deste sonho triste, vamos ao que resta deste último dia do ano. 2010 vai se despedindo e amanhã já estaremos em outra década. Talvez eu consiga fazer nos próximos dias tudo aquilo que me programei para ocupar a mente e o coração.
A começar por hoje à noite: Ver meus pais, minha doce afilhada, minha irmã que logo já retorna a Brasília, ouvir minhas músicas preferidas (algumas em volume bem alto, pois são aquelas que precisam de ar), andar de bicicleta pelo Bric, Usina ou, quem sabe, apenas contemplar o pôr do sol em Ipanema, tomar um bom chimarrão e lembrar de você. Imaginar onde estaria no momento, em que estará pensando, o que estará fazendo. Eis, você aqui de novo!

E pensar que ouvi tantos conselhos estes últimos dias sobre este meu encantamento. E um diferente do outro, mas, se conselhos fossem bons estariam à venda, certo?
Conselhos a gente ouve, assimila ou não, e depois faz o que bem entender com eles, não é verdade?
Parece que vejo minha melhor amiga sorrindo e me dizendo: “Nadiolina, se é isso realmente que você quer, siga o coração, tenha paciência e espere. Mas, enquanto isso aproveite!” rsrs

Bom voltando ao foco principal que é o ultimo dia de 2010, lembrei que há tanta gente que se preocupa com cores, roupa nova, comer uva e guardar as sementes na carteira, pular sete ondinhas (para quem está na praia), comer lentilha embaixo da mesa, enfim, inúmeros rituais ou superstições de final de ano. Tirando a parte da lentilha, o resto não me importa não. Claro que mil vezes optaria por passar na praia (coisa que há dois anos não consigo fazer), até por ser canceriana onde o elemento é água, preciso fluir, movimentar minhas emoções e nada melhor que a imensidão do mar à frente. Mergulhar no mar na virada do ano sempre foi meu ritual preferido.

Dia 31 em Porto Alegre é difícil. Sempre tem aquela divisão chata de se passar com Mami ou Papi. Como este ano passei com Papi, logo o Réveillon será com Mami e com a cor que você gosta!
Feliz 2011 para nós!

Meg Ryan 🐈💓

“Há quem não mencione a palavra amor e fale sobre ele em cada gesto que diz” Falar algo diferente de AMOR INCONDICIONAL pela guriazi...