segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Anavitória III

Me prova, me enxerga, me sinta, me cheira
E se deixa em mim
Me escuta no pé do ouvido
Todos teus sentidos
Que afetam os meus
Que querem te ter
Que tu me escreveu
E mais uma vez

Me bordou

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Anavitória II


♪ 
Eu que sempre quis acreditar 
Que sempre acreditei que tudo volta
Nem me perguntei como voltar 
Nem porque

Agora eu quero ir

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Anavitória

Encantada com a musicalidade dessas meninas.
Timbres tão diferentes e que combinam tanto!
Que lindas! ♥♥♥


♪ Ah, eu só quero o leve da vida pra te levar
E o tempo para, ah
É a sorte de levar a hora pra passear...
Pra cá e pra lá, pra lá e pra cá
Quando aqui tu tá ♪

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Somos todos Chape

Eu que havia prometido a mim mesma tão cedo não escrever mais sobre futebol, estou aqui uma vez mais falando sobre este assunto que tanto sou apaixonada, que tanto mexe e me emociona profundamente. Há alguns dias, abrindo parênteses na minha pausa, escrevi sobre o Grêmio de Renato e a nossa final da Copa do Brasil. Hoje a embalagem não contém expectativas, tão pouco alegria alguma entre uma linha e outra deste texto. 

Está sendo muito difícil escrever qualquer coisa sobre esta semana tão absurda e cruel que tivemos. Mas é preciso. É uma válvula de escape que tenho e necessito. Feito puxar o ar bem fundo ao se respirar quando a voz embarga. Para tentar desfazer os nós que ficam presos pelas lágrimas que escorrem pela garganta.

Fui acordada bem cedo ainda da manhã do dia 29/11, através do Whats da minha sempre e eterna fiel escudeira do mundo futebolístico, Dani. Na mensagem ela me contava a triste notícia. O avião onde estava toda equipe da Chapecoense havia caído na Colômbia.
Não acreditei. Parecia que era um pesadelo. Não era possível. 

Liguei rádio e televisão, tudo ao mesmo tempo a fim de obter maiores informações sobre aquela tragédia gigantesca que acontecera. E meus olhos quase não conseguiam conceber o que viam. Fiquei em choque. E não demorou muito para que eu também me emocionasse com tudo que ouvia e assistia. Uma dor sem fim também me acometeu.

Chorei todos os dias desde então. A cada reportagem sobre o ocorrido, a cada matéria de homenagem a Chapecoense ou às vítimas que perderam a vida naquele desastre. Um torcedor da Chape, com a voz embargada ao falar que eles "perderam tudo e terão de começar do zero". E é fato: A Chapecoense recomeça literalmente do zero. Perderam 19 jogadores. 
É praticamente dois times de futebol, além de toda sua comissão técnica, do presidente ao técnico do clube. É realmente muita coisa. E enquanto escrevo aqui, meus olhos marejam constantemente também.

Difícil não se emocionar. Impossível não chorar junto diante da linda carta de Isabela Fernandez, esposa de Giovani Klein, jornalista que também morreu no avião da Chapecoense.

"A Arena do teu Grêmio tá verde... e a final da Copa do Brasil foi transferida pra dar tempo de tu te acomodar bem por aí na tua nova casa e assistir a conquista de um título tricolor como há anos tu esperavas"

A comovente Dona Alaíde, mãe do goleiro Danilo, confortando o repórter que a entrevistava quando este, desmoronou diante da pergunta surpresa dela: "Como vocês da imprensa estão se sentindo?" E num abraço cercado de bondade e cuidado com o próximo ela o acolheu em sua tristeza. Entre as vítimas, haviam também jornalistas da RBS, Fox, SPortv e Globo.

Não está sendo nada fácil. Durante toda esta semana não há cor, camisa ou clube. Somos todos Chapecoense. Na quarta, dia 30/11 (que seria a final da Copa do Brasil), entre um assunto e outro, confessei à Fernanda - minha parceira das caminhadas diárias da Osvaldo até a rótula da Carlos Gomes - que aquilo tudo havia mexido demais comigo. 

Por diversos momentos imaginei que pudesse ser o Grêmio de Renato ali, e pude me colocar no lugar daqueles torcedores, daquelas famílias todas, de jogadores, comissão técnica e também jornalistas, dos amigos de todos que estavam naquele maldito vôo - que posteriormente soubemos que foi um grande equívoco. Que deveria ter sido interrompido e jamais deveria ter acontecido daquela forma tão irresponsável. Tudo por conta da ganância do homem em não pensar além do seu próprio umbigo, em buscar levar vantagem sempre. 
Lamentável.

A mim foi um dia muito dificil. Nada substitui a perda. Nada ameniza tamanha dor. 
As dores apenas se confortam. Eu que sou tão apaixonada por futebol, ainda tô digerindo, aos pouquinhos...

Impossível também conter as lágrimas na noite do dia 30/11 - que também seria a primeira noite da final da Copa Sulamericana e a Chape era finalista diante do Atlético Nacional de Medelin -  este lindo time colombiano que nos ensinou a verdadeira grandiosidade de um clube.
Exemplo não só de solidariedade, mas principalmente, humanidade. 

No horário em que seria a partida, o momento mais emocionante daquela noite simplesmente mágica: Torcedores do Atlético Nacional, vestidos de branco foram até o estádio Atanasio Girardot. Uma torcida incrível, abrindo mão do seu tempo tão somente para homenagear um clube até então desconhecido de muitos, que seria seu adversário naquela noite e virou a partir de então, um coirmão. Virou para esta torcida e também para muitas outras torcidas do mundo inteiro, seu segundo clube do coração. 

Mais de 52 mil pessoas presentes dentro do estádio, e uma infinidade de gente ainda maior do lado de fora, com velas e flores numa atmosfera de generosidade sem tamanho, que atingiu a todos nós, sem exceção. Apaixonados por futebol ou não. Um evento de uma magnitude espetacular, capaz de nos fazer parar para repensar a vida, colocar nossos maiores valores em dúvida, questionarmos a verdadeira postura nas disputas esportivas. 

O nosso lado mais humano estava sendo exposto. E isso tudo vai muito além de futebol. 
Sem dúvida, foi uma noite de muita pureza em Medelin. Era a Colômbia nos ensinando sobre AMOR. 

O Atlético Nacional de Medelin, tem minha torcida mais fanática no Mundial de Clubes deste ano e para sempre.
Depois do Grêmio, é meu segundo time. Assim como a Chape, meu terceiro a partir de hoje. 

"Que lo escuchen
en todo el continente
Siempre recordaremos
Campeon al Chapecoense"

cantavam os torcedores do Atlético Nacional no estádio.

Que torcida, senhores! QUE torcida!!!

Em sua página na internet está escrito:

"A chapecoense veio para Medelin com um sonho e voltou como uma lenda"

QUE clube fantástico este de Medelin!!

No sábado 3/12, nem mesmo o céu se conteve e chorou torrencialmente em Chapecó. Lágrimas disfarçadas de chuva para lavar a alma e acalentar o coração de cada um. Num misto de silêncio profundo diante da dor e tristeza, intercalado entre palmas de reverência aos heróis que chegavam para serem velados na Arena Condá, em Chapecó/SC.

Que todos que se foram neste triste e estúpido acidente, estejam em paz diante de Deus e encontrem a luz para guiar seus caminhos neste novo plano, nesta nova morada. E que esta corrente forte de generosidade, amor e carinho, possa confortar o coração de todos os que perderam familiares, colegas e amigos. Que eles encontrem a força necessária para poder encontrar esperança e seguir adiante em suas vidas. Que todos nós aprendamos um pouco mais com a Colômbia que transbordou de amor nestes últimos dias e nos mostrou que o mundo pode ser melhor.

#SomosTodosChape
💙💙💙

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Sobre daqui a 4 dias...

Relutei em escrever qualquer coisa que fosse sobre a final da Copa do Brasil deste ano.
Aliás, desde a primeira despedida de Renato do Grêmio, aos prantos, naquele fatídico 30/06, decidi que não mais escreveria sobre futebol. Aí veio a inauguração da Arena e meu amor por André Lima falou mais alto e abri uma exceção. Desde então, não mais escrevi textos sobre esporte.

Entretanto, estando nestes últimos TRINTA dias (agora apenas QUATRO) que antecederam a final de um campeonato onde o Grêmio é finalista, fui acometida por uma sensação e emoção tão forte, de maneira tão visceral, tão à flor da pele em termos futebolísticos, que resolvi colocar um pouco 'para fora' todo este sentimento.

E eis eu aqui novamente. Na verdade queria ter escrito antes da primeira partida da final da Copa do Brasil, no último dia 23. Mas, faltou-me coragem e também um bocado de sangue frio para poder transpor minha opinião sem me contagiar pela emoção, sem me verter em lágrimas, sem me contagiar profundamente por toda esta mística tão envolvente do futebol na minha vida.

No último dia 23, antes da primeira partida da final, confessei a uma amiga (enquanto fazíamos nossa caminhada diária) que imaginava um Grêmio muito bem preparado para esta final, muito embora, cogitasse no máximo um empate diante do Atlético Mineiro, que jogava em seu estádio lotado e diante de uma torcida apaixonada, além de contar com um time muito qualificado (com Robinho, Pratto, etc).

Próximo da hora do jogo, conforme combinado com minha gêmea, fui a seu encontro para assistirmos ao jogo juntas (ainda que a casa fosse de um colorado doente feito papi).
E, para minha surpresa, logo nos primeiros minutos do jogo, o Grêmio dava claros indícios de que estava lá para fazer uma partida digna de uma final, com muita bravura e disputa até o fim. Renato e seus comandados, ao final do primeiro tempo, contabilizavam inúmeras chances de gol perdidas. Aquele 1x0 a favor dos visitantes havia ficado muito barato ao Atlético Mineiro.
O Grêmio simplesmente passeou no Mineirão. Só não ampliou o marcador nos primeiros 45 minutos pelo baixo aproveitamento nas finalizações do próprio Grêmio e também pela intervenção do excelente goleiro Victor (ex Grêmio e atualmente defendendo as cores do Atlético).

Mas o Grêmio tem Renato na casamata. O "cara" que sabe e entende a linguagem dos 'boleiros'. Que não só aproveitou a qualidade como aperfeiçoou o trabalho do técnico anterior - e também gremista, Roger. Renato veio, pela terceira vez como técnico do Grêmio, para levantar não somente o time, como para sagrar-se pela primeira vez, campeão comandando seu time do coração. Está escrito, senhores - Acreditem! E a Goethe será muito pequena para esta festa monumental!!! 💙💙💙

Renato assumiu o Grêmio diante do Atlético PR (do meu queridinho André Lima), nas quartas de final da Copa do Brasil. Havíamos vencido a partida de ida por 1x0 em Curitiba/PR. Entretanto, havia a partida de volta, na Arena, então sob novo comando, sob muita desconfiança da torcida que no jogo anterior, pelo campeonato brasileiro, havia levado uma surra da Ponte Preta (3x0 - e motivo da queda do até então técnico Roger)... Mas, era a estréia de Renato "o cara" e com ele toda mística e muito amor à camisa envolvido. Renato trazia a sua estrela mais particular: o AMOR ao Grêmio. E carregava toda torcida de volta à Arena.

Não que Roger não tenha amor ao Grêmio. Mas o perfil dele é muito diferente. Acredito que Roger tenha feito um excelente trabalho no Grêmio, muito embora já não tivesse mais voz de comando no vestiário, já não conseguisse tirar dos seus jogadores o máximo empenho, já não motivava o grupo a buscar aquele algo a mais de cada um, aquele ímpeto além daquilo do dia a dia. Não se enxergava no elenco do Grêmio vontade de vencer, brilho nos olhos a cada etapa ultrapassada, a cada vitória suada. Não se via entrega, raça, vontade e muito menos amor ao clube por parte dos jogadores.


A mim, pelo menos, incontáveis vezes durante este tempo me peguei lamentando não ter André Lima neste elenco. Mesmo tendo plena ciência da limitação da sua qualidade técnica, sempre encontrei nele a disciplina, dedicação e raça nos jogos do Grêmio. Vontade de superar, de brigar até o fim, de não ter bola perdida até o apito final e isso já não se via no time de Roger.

Sempre soube da qualidade de Douglas, de quem sou admiradora incontestável da sua habilidade e de toda genialidade de seu futebol. Entretanto, aquele Douglas que vi jogar, ainda na primeira passagem de Renato como técnico, já não surgia mais pelas bandas da Arena. Era apenas mais um jogador no elenco, com raros lampejos de toda sua genialidade. Mas aí, com Renato, ele ressurgiu. Virou o 'doga-10', nosso 'maestro pifador'. O melhor camisa 10 deste ano de 2016 no futebol brasileiro da atualidade. Ainda que com seus cabelos grisalhos e não mais com o fôlego de um 'guri', é incansável dentro de campo. Brigador, marcador, sem falar na genialidade absurda deste magnífico cérebro do meio campo do Grêmio.


Geromel, ahhhh Geromel, o monstro de zagueiro que o Grêmio possui - era uma andorinha fazendo verão na época de Roger. Procurando incansavelmente o parceiro ideal para aniquilar de vez o fantasma "da bola aérea na área do Grêmio". E foram inúmeras vezes esse filme de terror e o Grêmio acumulando derrotas ou cedendo empates por conta desta falha defensiva. Bressan, Fred, Kadu passaram por lá. E aí, com Renato, a oportunidade do argentino Kanneman, prevaleceu. Bem ao estilo Dinho de ser (kkkk) tornou-se, ao lado de Geromel, a consistência que faltava à zaga gremista. Aí Geromel virou GeroDeus, GeroMito, a muralha da zaga tricolor. Aquele que, feito um ponteiro direito, fez a jogada do terceiro gol diante do Atlético MG na última quarta.


Maicon, nosso capitão, simplesmente inexistia no meio campo, parecia perdido. Era constantemente questionada sua braçadeira de capitão. Neste jogo da primeira final, contra o Atlético MG, foi simplesmente GIGANTE! Foi dele o passe para o primeiro gol, inclusive. Maicon passou a ser voz ativa no vestiário, então começou a fazer jus à braçadeira e toda confiança atribuída a ele. Se tornou 'o capitão'. E, se confirmado nosso Penta, na próxima quarta, dia 30/11, erguerá a nossa tão esperada Taça, depois de 15 anos de espera.


Ramiro... Meu Deus... Quem era este rapaz antes de Renato? O execrado que colecionava erros de passe a meio metro de distância. E, no entanto, diante do Palmeiras, e sua estréia com Renato na Arena, marcou um golaço, abrindo o marcador e a vantagem na semifinal contra o atual líder e possível campeão deste ano do Campeonato Brasileiro. Nunca mais deixou a titularidade neste time de Renato. Substituiu Giuliano (vendido no meio do ano) não na qualidade, mas na volúpia e empenho dentro de campo. Tem a titularidade merecida hoje.


E Marcelo Oliveira então? Está para nascer quem não o vaiou este ano. Tamanha desigualdade técnica apresentada por este que é nosso atual lateral esquerdo desde sempre. Lembro que na época de Roger ele era constantemente vaiado antes, durante e após todos os jogos. E muito contestada sua titularidade tão absoluta por Roger. Hoje ele é a principal voz do vestiário do Grêmio. E mostrou em campo toda sua vontade de vencer, de brigar pela última bola, seu empenho absurdo em marcar, em proteger a sua zaga. Compensou a qualidade com imensa garra. Renato literalmente fez ressurgir este cara.


Luan - nosso camisa 7 também já foi chamado até de 'pipoqueiro', tamanha falta de comprometimento que demonstrava com o clube. Mas, sempre foi dotado de uma grande qualidade técnica, muito embora, por infinitas vezes, mais parecia querer provar o contrário. Eu mesma questionei infinitas vezes o Luan. Me irritava sua passividade e chute fraco quando tinha oportunidade diante do goleiro adversário. Cheguei a comentar por várias vezes que ele tinha muito mais tatuagens do que futebol no corpo. Hoje ele desfila sua habilidade diante dos nossos olhos com gols fantásticos, toda sua genialidade vibrando em campo.


Walace, o volante de seleção que, por inúmeras vezes foi tão displicente e infantil no time do Grêmio, hoje é a armadura ao lado de Maicon, da defesa gremista. O protetor da zaga. O último homem, como alguns chamam.


O próprio Marcelo Grohe falhou diversas vezes durante este tempo todo, inclusive na noite da reestreia de Renato, diante do Atlético PR pela Copa do Brasil. Grêmio 0 x 1 Atlético PR, com gol do meu queridinho André Lima. Mas, quis o destino diante da estrela de Renato, que nas cobranças de pênaltis, Marcelo se redimisse da sua falha e sagrasse o herói ao final da noite. E, com isso, o Grêmio fosse classificado às semifinais da Copa do Brasil.

A partir daí, veio de vez toda estrela de Renato e sua mística diante do torcedor. Renato desta vez não vinha sozinho, trazia consigo o grande campeão do Mundial de 83 e então seu técnico, Valdir Espinosa. Que até hoje o trata como um filho.

Há anos constatei que sou muito mais Portaluppiana que gremista. Senti na pele isso. Chorei feito criança em sua primeira despedida como treinador do Grêmio e de lá pra cá, me desassociei do Grêmio. Abandonei por completo. Mas, a cada reestréia sua, retornava também. E este ano não foi diferente. Estava lá na Arena na sua estréia (e também para prestigiar André Lima kkkk).

E, desde então, apenas o admiro ainda mais. Como ídolo eterno e agora como treinador do Grêmio.

O maior mérito do Renato deste ano no time gremista foi diagnosticar e aprimorar todo trabalho de Roger, até então técnico anterior. Na verdade, sua responsabilidade vai muito além disso. Renato teve a humildade de dar continuidade ao belíssimo trabalho feito por Roger, reconhecendo que o mesmo não poderia ser destruído. Além disso, Renato injetou uma boa dose de ânimo ao time até então apático de Roger. E, por isto, tem todo mérito de enfim, após duas tentativas como técnico, sagrar-se Campeão com o seu clube do coração. 💙💙💙

#QueremosACopa
#RumoAoPenta
#RenatoMito
#GeromelMonstro
#Descontroleeee
#MaestroPifador
#Doga10




sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Né?

"Talvez a gente se esbarre
e se conheça de novo
com o olhar mais maduro
e o coração mais decidido"

;-)

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Lia ♥

Minha preciosidade, 
chegou teu dia. O dia em que fecho os meus olhos e vejo aquele pianinho de brinquedo com todas as suas teclas carregadas de carinho me acolhendo desde a infância. E posso sentir a doce e suave melodia de todo teu amor. Gigante e tão terno que carrega contigo, pois não sabe ser outra coisa senão amor. E eu não poderia encontrar outra maneira de retribuir, senão te amando também. Soaria até injusto qualquer outro tipo de sentimento menor, quando se trata de ti, Liamara Martins! De tão linda e generosa, fez até cópias: Duda e Fran, que ao teu lado acariciam minha alma e me cobrem de afeto e cuidados. Que mais posso eu querer? 
Minha segunda mãe, minha primeira prima... Parabéns pelo teu dia! 
Que o “carinha lá de cima” te cubra de bênçãos e ternura, pois mereces. Agradeço todos os dias pela riqueza de tê-la tão presente em minha vida. 
Te amo! Te amo! Te amo!   
“Carpe Diem”
 ♥


“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”