sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Sobre daqui a 4 dias...

Relutei em escrever qualquer coisa que fosse sobre a final da Copa do Brasil deste ano.
Aliás, desde a primeira despedida de Renato do Grêmio, aos prantos, naquele fatídico 30/06, decidi que não mais escreveria sobre futebol. Aí veio a inauguração da Arena e meu amor por André Lima falou mais alto e abri uma exceção. Desde então, não mais escrevi textos sobre esporte.

Entretanto, estando nestes últimos TRINTA dias (agora apenas QUATRO) que antecederam a final de um campeonato onde o Grêmio é finalista, fui acometida por uma sensação e emoção tão forte, de maneira tão visceral, tão à flor da pele em termos futebolísticos, que resolvi colocar um pouco 'para fora' todo este sentimento.

E eis eu aqui novamente. Na verdade queria ter escrito antes da primeira partida da final da Copa do Brasil, no último dia 23. Mas, faltou-me coragem e também um bocado de sangue frio para poder transpor minha opinião sem me contagiar pela emoção, sem me verter em lágrimas, sem me contagiar profundamente por toda esta mística tão envolvente do futebol na minha vida.

No último dia 23, antes da primeira partida da final, confessei a uma amiga (enquanto fazíamos nossa caminhada diária) que imaginava um Grêmio muito bem preparado para esta final, muito embora, cogitasse no máximo um empate diante do Atlético Mineiro, que jogava em seu estádio lotado e diante de uma torcida apaixonada, além de contar com um time muito qualificado (com Robinho, Pratto, etc).

Próximo da hora do jogo, conforme combinado com minha gêmea, fui a seu encontro para assistirmos ao jogo juntas (ainda que a casa fosse de um colorado doente feito papi).
E, para minha surpresa, logo nos primeiros minutos do jogo, o Grêmio dava claros indícios de que estava lá para fazer uma partida digna de uma final, com muita bravura e disputa até o fim. Renato e seus comandados, ao final do primeiro tempo, contabilizavam inúmeras chances de gol perdidas. Aquele 1x0 a favor dos visitantes havia ficado muito barato ao Atlético Mineiro.
O Grêmio simplesmente passeou no Mineirão. Só não ampliou o marcador nos primeiros 45 minutos pelo baixo aproveitamento nas finalizações do próprio Grêmio e também pela intervenção do excelente goleiro Victor (ex Grêmio e atualmente defendendo as cores do Atlético).

Mas o Grêmio tem Renato na casamata. O "cara" que sabe e entende a linguagem dos 'boleiros'. Que não só aproveitou a qualidade como aperfeiçoou o trabalho do técnico anterior - e também gremista, Roger. Renato veio, pela terceira vez como técnico do Grêmio, para levantar não somente o time, como para sagrar-se pela primeira vez, campeão comandando seu time do coração. Está escrito, senhores - Acreditem! E a Goethe será muito pequena para esta festa monumental!!! 💙💙💙

Renato assumiu o Grêmio diante do Atlético PR (do meu queridinho André Lima), nas quartas de final da Copa do Brasil. Havíamos vencido a partida de ida por 1x0 em Curitiba/PR. Entretanto, havia a partida de volta, na Arena, então sob novo comando, sob muita desconfiança da torcida que no jogo anterior, pelo campeonato brasileiro, havia levado uma surra da Ponte Preta (3x0 - e motivo da queda do até então técnico Roger)... Mas, era a estréia de Renato "o cara" e com ele toda mística e muito amor à camisa envolvido. Renato trazia a sua estrela mais particular: o AMOR ao Grêmio. E carregava toda torcida de volta à Arena.

Não que Roger não tenha amor ao Grêmio. Mas o perfil dele é muito diferente. Acredito que Roger tenha feito um excelente trabalho no Grêmio, muito embora já não tivesse mais voz de comando no vestiário, já não conseguisse tirar dos seus jogadores o máximo empenho, já não motivava o grupo a buscar aquele algo a mais de cada um, aquele ímpeto além daquilo do dia a dia. Não se enxergava no elenco do Grêmio vontade de vencer, brilho nos olhos a cada etapa ultrapassada, a cada vitória suada. Não se via entrega, raça, vontade e muito menos amor ao clube por parte dos jogadores.


A mim, pelo menos, incontáveis vezes durante este tempo me peguei lamentando não ter André Lima neste elenco. Mesmo tendo plena ciência da limitação da sua qualidade técnica, sempre encontrei nele a disciplina, dedicação e raça nos jogos do Grêmio. Vontade de superar, de brigar até o fim, de não ter bola perdida até o apito final e isso já não se via no time de Roger.

Sempre soube da qualidade de Douglas, de quem sou admiradora incontestável da sua habilidade e de toda genialidade de seu futebol. Entretanto, aquele Douglas que vi jogar, ainda na primeira passagem de Renato como técnico, já não surgia mais pelas bandas da Arena. Era apenas mais um jogador no elenco, com raros lampejos de toda sua genialidade. Mas aí, com Renato, ele ressurgiu. Virou o 'doga-10', nosso 'maestro pifador'. O melhor camisa 10 deste ano de 2016 no futebol brasileiro da atualidade. Ainda que com seus cabelos grisalhos e não mais com o fôlego de um 'guri', é incansável dentro de campo. Brigador, marcador, sem falar na genialidade absurda deste magnífico cérebro do meio campo do Grêmio.


Geromel, ahhhh Geromel, o monstro de zagueiro que o Grêmio possui - era uma andorinha fazendo verão na época de Roger. Procurando incansavelmente o parceiro ideal para aniquilar de vez o fantasma "da bola aérea na área do Grêmio". E foram inúmeras vezes esse filme de terror e o Grêmio acumulando derrotas ou cedendo empates por conta desta falha defensiva. Bressan, Fred, Kadu passaram por lá. E aí, com Renato, a oportunidade do argentino Kanneman, prevaleceu. Bem ao estilo Dinho de ser (kkkk) tornou-se, ao lado de Geromel, a consistência que faltava à zaga gremista. Aí Geromel virou GeroDeus, GeroMito, a muralha da zaga tricolor. Aquele que, feito um ponteiro direito, fez a jogada do terceiro gol diante do Atlético MG na última quarta.


Maicon, nosso capitão, simplesmente inexistia no meio campo, parecia perdido. Era constantemente questionada sua braçadeira de capitão. Neste jogo da primeira final, contra o Atlético MG, foi simplesmente GIGANTE! Foi dele o passe para o primeiro gol, inclusive. Maicon passou a ser voz ativa no vestiário, então começou a fazer jus à braçadeira e toda confiança atribuída a ele. Se tornou 'o capitão'. E, se confirmado nosso Penta, na próxima quarta, dia 30/11, erguerá a nossa tão esperada Taça, depois de 15 anos de espera.


Ramiro... Meu Deus... Quem era este rapaz antes de Renato? O execrado que colecionava erros de passe a meio metro de distância. E, no entanto, diante do Palmeiras, e sua estréia com Renato na Arena, marcou um golaço, abrindo o marcador e a vantagem na semifinal contra o atual líder e possível campeão deste ano do Campeonato Brasileiro. Nunca mais deixou a titularidade neste time de Renato. Substituiu Giuliano (vendido no meio do ano) não na qualidade, mas na volúpia e empenho dentro de campo. Tem a titularidade merecida hoje.


E Marcelo Oliveira então? Está para nascer quem não o vaiou este ano. Tamanha desigualdade técnica apresentada por este que é nosso atual lateral esquerdo desde sempre. Lembro que na época de Roger ele era constantemente vaiado antes, durante e após todos os jogos. E muito contestada sua titularidade tão absoluta por Roger. Hoje ele é a principal voz do vestiário do Grêmio. E mostrou em campo toda sua vontade de vencer, de brigar pela última bola, seu empenho absurdo em marcar, em proteger a sua zaga. Compensou a qualidade com imensa garra. Renato literalmente fez ressurgir este cara.


Luan - nosso camisa 7 também já foi chamado até de 'pipoqueiro', tamanha falta de comprometimento que demonstrava com o clube. Mas, sempre foi dotado de uma grande qualidade técnica, muito embora, por infinitas vezes, mais parecia querer provar o contrário. Eu mesma questionei infinitas vezes o Luan. Me irritava sua passividade e chute fraco quando tinha oportunidade diante do goleiro adversário. Cheguei a comentar por várias vezes que ele tinha muito mais tatuagens do que futebol no corpo. Hoje ele desfila sua habilidade diante dos nossos olhos com gols fantásticos, toda sua genialidade vibrando em campo.


Walace, o volante de seleção que, por inúmeras vezes foi tão displicente e infantil no time do Grêmio, hoje é a armadura ao lado de Maicon, da defesa gremista. O protetor da zaga. O último homem, como alguns chamam.


O próprio Marcelo Grohe falhou diversas vezes durante este tempo todo, inclusive na noite da reestreia de Renato, diante do Atlético PR pela Copa do Brasil. Grêmio 0 x 1 Atlético PR, com gol do meu queridinho André Lima. Mas, quis o destino diante da estrela de Renato, que nas cobranças de pênaltis, Marcelo se redimisse da sua falha e sagrasse o herói ao final da noite. E, com isso, o Grêmio fosse classificado às semifinais da Copa do Brasil.

A partir daí, veio de vez toda estrela de Renato e sua mística diante do torcedor. Renato desta vez não vinha sozinho, trazia consigo o grande campeão do Mundial de 83 e então seu técnico, Valdir Espinosa. Que até hoje o trata como um filho.

Há anos constatei que sou muito mais Portaluppiana que gremista. Senti na pele isso. Chorei feito criança em sua primeira despedida como treinador do Grêmio e de lá pra cá, me desassociei do Grêmio. Abandonei por completo. Mas, a cada reestréia sua, retornava também. E este ano não foi diferente. Estava lá na Arena na sua estréia (e também para prestigiar André Lima kkkk).

E, desde então, apenas o admiro ainda mais. Como ídolo eterno e agora como treinador do Grêmio.

O maior mérito do Renato deste ano no time gremista foi diagnosticar e aprimorar todo trabalho de Roger, até então técnico anterior. Na verdade, sua responsabilidade vai muito além disso. Renato teve a humildade de dar continuidade ao belíssimo trabalho feito por Roger, reconhecendo que o mesmo não poderia ser destruído. Além disso, Renato injetou uma boa dose de ânimo ao time até então apático de Roger. E, por isto, tem todo mérito de enfim, após duas tentativas como técnico, sagrar-se Campeão com o seu clube do coração. 💙💙💙

#QueremosACopa
#RumoAoPenta
#RenatoMito
#GeromelMonstro
#Descontroleeee
#MaestroPifador
#Doga10




sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Né?

"Talvez a gente se esbarre
e se conheça de novo
com o olhar mais maduro
e o coração mais decidido"

;-)

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Lia ♥

Minha preciosidade, 
chegou teu dia. O dia em que fecho os meus olhos e vejo aquele pianinho de brinquedo com todas as suas teclas carregadas de carinho me acolhendo desde a infância. E posso sentir a doce e suave melodia de todo teu amor. Gigante e tão terno que carrega contigo, pois não sabe ser outra coisa senão amor. E eu não poderia encontrar outra maneira de retribuir, senão te amando também. Soaria até injusto qualquer outro tipo de sentimento menor, quando se trata de ti, Liamara Martins! De tão linda e generosa, fez até cópias: Duda e Fran, que ao teu lado acariciam minha alma e me cobrem de afeto e cuidados. Que mais posso eu querer? 
Minha segunda mãe, minha primeira prima... Parabéns pelo teu dia! 
Que o “carinha lá de cima” te cubra de bênçãos e ternura, pois mereces. Agradeço todos os dias pela riqueza de tê-la tão presente em minha vida. 
Te amo! Te amo! Te amo!   
“Carpe Diem”
 ♥


“Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?”


sábado, 10 de setembro de 2016

Único jeito de esquecer alguém

Você não esquece virando as costas. 
Você não esquece fugindo. Você não esquece ninguém evitando encontros. 
Você não esquece apagando as fotos e excluindo os telefones. 
Você não esquece jogando fora os pertences. Você não esquece cortando o cabelo e os hábitos. Você não esquece trocando de personalidade e de emprego. 
Você não esquece mudando o percurso dentro da cidade, você não esquece nem mudando de país.

Você não esquece ninguém ao longe, distante, sem contato nenhum.

Você não esquece parando de pensar e de escrever. 
Você não esquece com paixões ou acumulando casos. 
Você não esquece desprezando conselhos. 
Você não esquece off-line. 
Você não esquece trocando a carência da saudade pela prepotência da mentira. 
Você não esquece omitindo nomes e recortando histórias. 
Você não esquece passando por cima da realidade e atropelando fatos. 
Você não esquece destilando ódio e rancor. 
Você não esquece arquitetando vingança e planejando respostas de conversas passadas. 
Você não esquece contando os dias de abstinência. 
Você não esquece fingindo desinteresse. 
Você não esquece dando de ombros, limpando os ombros, beijando os ombros. 
Você não esquece tomando ansiolítico e antidepressivo. 
Você não esquece fazendo greve de fome e de prazer. 
Você não esquece abandonando os amigos. 
Você não esquece forçando amizades. 
Você não esquece adotando outras religiões.

A culpa não ajuda a esquecer. 
A maldade não ajuda a esquecer. 
A indiferença não ajuda a esquecer.

O único e verdadeiro jeito de esquecer é vendo de novo e não sentindo mais nada.

Fabrício Carpinejar

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Orgulho da Dinda ♥

E então domingo último, minha afilhada me avisa sobre seu espetáculo de dança. 
Ela e suas colegas do Núcleo de Arte e Dança participariam neste mês do Festival Internacional de Dança - Copa Internacional de Dança Aeróbica (Vem Dançar Sudamerica). 
Sabia que seria em setembro, apenas ela ainda não havia me dito o dia certinho. 
O festival acontece de 06/09 a 11/09 no Clube do Professor Gaúcho, aqui em Porto Alegre.

Eis que a participação dela seria justamente na quinta, dia 08/09. Imaginei que fosse em um final de semana, por exemplo, o que não aconteceu. Lamentei por ser exatamente a noite de prestigiar o aniversário de uma amiga muito querida aqui da Uniodonto. 
Fiz uma correria para poder me dividir em duas nesta quinta, porém, devido ao grande atraso nas apresentações, não consegui. :/

Fiquei com dois corações nesta quinta. Queria muito ir ao aniversário da Fê, apesar de não ser tão adepta de pizza (e a comemoração seria em uma pizzaria). Para poder compartilhar daquela alegria com ela. Infelizmente não deu. E tive de escolher entre os dois eventos da noite. Cada escolha uma renúncia, afinal. 

Às vezes, nossa vontade maior tem de ficar em segundo plano. Que bom! 
Porque me sentiria infinitamente culpada se minha opção fosse outra. Sei o quanto represento pra Érica e que ela conta comigo. Apesar de também não ser muito fã de dança, não a decepcionaria.
E foi lindo! Só a emoção de vê-la dançar e percebê-la feliz já valeram muito à pena. Apesar de extremamente cansativa toda função (saímos por volta das 23h de lá), foi muito gratificante.

Mas aí hoje veio a recompensa. Meu coração quase saltou pela boca quando vi a postagem sobre os resultados de ontem.. Alegria e orgulho imenso desta minha pequena e linda "bailarina de caixinha de música". As meninas tiraram o 3º lugar Trio estilo livre do Festival. E Joana, uma das meninas, ficou em 2º lugar no solo Juvenil!!!! \o/ \o/

A felicidade hoje transborda do peito! Parabéns às meninas e também à prof. Teté Furtado!
Orgulho da Dinda! ♥


Núcleo de Arte e Dança!!! Trio Duda CunhaÉrica Lopes e Joana Rocha Cantarutti.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

De luto. Na luta.


31 de agosto de 2016, o dia da vergonha. Vergonha de ser brasileira.
O dia em que 61 senadores, em sua maioria, investigados e processados, corruptos, réus, jogaram no lixo o meu voto, assim como de outros 54 milhões de brasileiros.

Hoje silencio ainda mais, com a voz embargada e o coração aos pulos pelo dia todo em que fiquei acompanhando esta tristeza toda. Meu corpo todo dói, e dói no fundo da alma. 
A Constituição que foi rasgada diante dos nossos olhos. Vejo um retrocesso se aproximar. 
Com a extinção de muitos direitos e também a volta de tempos nublados.

Hoje não tenho força nem para ficar triste. Aqui dentro bate uma decepção tão grande por todo este coronelismo que impera atualmente no Brasil. Por perceber que somos sim ainda um povo muito preconceituoso e machista. 

Uma verdadeira injustiça. Mas como falar em justiça hoje em dia não é mesmo? Um Congresso Nacional que boicotou desde sempre este governo. Como entender que destituíram do cargo alguém pelos seus acertos e não por seus erros?

Nunca fui de ficar em cima do muro, sempre tomei partido, manifestei minha opinião e hoje não seria diferente. O que me conforta é saber que estou do lado certo da história.
Que diante deste crime contra a democracia, há uma mulher guerreira que não fugiu da luta, não se curvou diante dos seus algozes. Muito pelo contrário, os encarou nos olhos. Provou a todos que é melhor cair do que morrer de joelhos. E sai ainda mais forte de todo este turbilhão.

Que meu silêncio de hoje possa me trazer ainda alguma alegria. Que meu silêncio arranque toda possível mágoa que encobre meu riso. 

Hoje não sei nem bem o que dizer. Apenas peço que não faltem flores para devolver beleza e esperança ao meu coração.

De luto pela democracia. Na luta!

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Dedicação e paciência


No último 29 de agosto, passados quinze dias de tratamento à base de antibióticos contra a sinusite, voltei à Puc. Mais um recomeço. 

Nadar tem dessas coisas. Uma vez que a gente se afasta das águas, todo o trabalho de condicionamento e treinamento feitos até então, vão-se embora.

Dobra-se a paciência por mais um retorno devagar, a passos lentos. Reaprendendo a respirar nos intervalos, readquirindo fôlego, aquecendo os brônquios, ajudando os pulmões a voltar ao seu treino normal no longo prazo.

Sem dúvida esta é a parte mais chata de todo processo. Passado todo período em aceitar o afastamento em prol da saúde, vem o segundo passo: o assimilar que durante este tempo “off”, perdeu-se sobretudo a elasticidade e o volume dos pulmões.

É tudo do zero novamente. O recomeço de todo um trabalho respiratório na água, de fortalecimento da musculatura torácica e também cardíaca. Literalmente, um dia de cada vez.

É o compreender também que as planilhas anteriormente anotadas das práticas de exercícios, juntamente com as metas propostas para o ano (mania da pessoa aqui rsrs) serão apenas utilizadas para fins de comparação, nada mais.

É tudo novo, de novo. Todo trabalho de ampliar o fôlego e resistência passam a ser também um processo bacana pois há a possiblidade de se aperfeiçoar melhor a técnica do nado. O que se perde em termos de focar apenas em atividades mais aeróbicas, buscando resistência e preparo físico, ganha-se em termos de qualidade do nado.

Então, bora lá... Nados de crawl e costas apenas, até poder ter condições de voltar com tudo acrescentando velocidade e força nos nados de peito e borboleta também.

Enfim. Algumas semanas ainda de muita dedicação e paciência. Faz parte. ;-)